Caros associados,
A Administração da PT apresentou na passada 6ª feira, aos Sindicatos, a sua proposta final.
A Empresa fundamentou a sua proposta com base nas suas responsabilidades futuras, bem como a manutenção e estabilidade do emprego na PTC, a criação de 400 novos postos de trabalho no Grupo PT e o inicio de negociações para um ACT ( Acordo Colectivo de Trabalho para o Grupo PT ).
O Administrador Dr. Francisco Nunes considerou que a proposta final apresentada, é uma proposta equilibrada dando um forte relevo aos compromissos de manutenção de níveis de emprego, bem como a contratação efectiva de 400 novos postos de trabalho no Grupo e ainda o compromisso de no segundo semestre de 2009 dar inicio às negociações de um ACT para o grupo.
Nas matérias de expressão pecuniária a Administração acabou por alterar a sua primeira proposta e acabou por alargar o aumento salarial de 1% até ao valor de três salários mínimos nacionais, isto é 1350€ e uma compensação de 250€.
Nos salários acima e até aos 2960€ a Administração propõe uma compensação de 250€ pagos de uma só vez.
A Administração aceitou ainda atribuir estes valores ( 250€ ) aos trabalhadores em situação de pré-reforma e suspensão de contrato, alterando assim a sua proposta inicial.
Aceitou ainda aumentar o subsídio de refeição e outros subsídios em 1% e o prémio de Aposentação em 1,5%.
Apresentou ainda um pacote de benefícios, a divulgar, que abrange todos os trabalhadores do activo e fora do activo, no que respeita às condições de acesso aos produtos fornecidos pelo Grupo PT, ( MEO, REDE FIXA e SAPO ADSL ).
O resultado final desta negociação é abrangente aos trabalhadores das Empresas da PT PORTUGAL.
O Tensiq não esqueceu as trabalhadores com mais de 7 anos de permanência nos níveis salariais e obteve da Empresa o compromisso de atender esta nossa pretensão no momento das progressões para 2009.
O TENSIQ considera que o congelamento de salários dos trabalhadores em geral e dos quadros superiores em particular é um precedente perigoso e não poderá voltar a repetir-se, muito menos quando a Empresa apresenta lucros que contrariam esta medida abusiva.
A Crise Económica Nacional e Internacional não podem justificar tais medidas de gestão. Todavia não podemos ficar indiferentes à garantia de estabilidade no emprego nas empresas do Grupo, bem como à criação de novos postos de trabalho nas mesmas.
A Direcção manifestou, na sua última intervenção, precisar de analisar esta proposta final da Empresa em detalhe e tirar as devidas consequências no caso de optar por não assinar o documento final.
Em tempo útil tomaremos uma posição e daremos conta da mesma à Empresa.
Agradecia que fizessem passar a colegas e amigos a nossa posição.
*A DIRECÇÃO*
/Francisco Violante
Presidente do Tensiq/



